segunda-feira, 26 de abril de 2010

Pátio de Arantina

Trens de passageiros cruzando em Arantina. O do lado de cá da estação, seguia para Barra Mansa e o do lado de lá, seguia para Ribeirão Vermelho. Há um trem cargueiro estacionado no desvio, aguardando seguir para CSN em Volta Redonda.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Parada Melo em Lambari

Essa parada ficava a 350 metros da estação principal de Lambari. Ela foi criada para facilitar o embarque e desembarque de altas autoridades, pois localizava-se no nível do 4º andar do Hotel Imperial. O hotel não existe mais e a parada está assim como na foto.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Meu avô João Francisco Gonçalves

João Francisco Gonçalves, Agente de Estação (segundo da esquerda para direita) na estação de Cambuquira (MG).
Meu avô nasceu em Fama (MG) em 1916. Trabalhou quase 40 anos na ferrovia em diversas estações: Campanha, São Gonçalo do Sapucaí, Dom Ferrão, Itanhandu, Espera, São Vicente de Minas, Jesuânia, Freitas, dentre outras, sendo todas no estado de Minas.
Se aposentou como Chefe da Estação de Lavras em 1977. Era um apaixonado pelos trilhos e não se cansava de contar histórias. Dizia ele que durante a conferência de despachos (formulários de transporte entre estações), um agente de estação notou que o número não conferia com os itens guardados no depósito. Depois de muito procurar passou um telegrama informando a estação de destino dos mesmos... "despacho número tal, comeu o despacho número tal, solicito avisar aos proprietários"... tratava-se de uma gaiola com um bode e outra caixa com alfaces...

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Estação Ferroviária de Chagas Dória em São João Del Rei/MG

José Antônio de Ávila Sacramento[1]


Ao amigo e confrade Benito Mussolini Grassi de Lelis, ex-ferroviário que ainda doa os seus muitos conhecimentos em favor da preservação de antigas locomotivas e estradas de ferro.


Antes de 1910 o bairro de Matosinhos, onde se localiza a Estação Ferroviária de Chagas Dória, era assistido pelos trens da EFOM (Estrada de Ferro Oeste de Minas) que ali paravam para a subida rápida de passageiros e uma breve movimentação de cargas. Não havia o prédio da atual estação. O ponto era mais conhecido como a “Parada do Matosinhos”.

Nos idos de 1908 a Câmara Municipal de São João del-Rei solicitou ao engenheiro Francisco Manuel Chagas Dória, então diretor da EFOM, a construção de um ramal que “partindo de Matosinhos, fosse ter às Águas Santas”, o conhecido balneário localizado no município de Tiradentes. O Ministério da Viação, face às necessidades apresentadas, autorizou a construção daquele ramal que, infelizmente, não existe mais. O nome de Chagas Dória fora dado à estação como homenagens prestadas pela Câmara de São João del-Rei e Imprensa da cidade ao então diretor da Rede.

A Estação de Chagas Dória, embora retocada por várias reformas paliativas e descaracterizantes, permanece abandonada. A originalidade dela foi bastante afetada por intervenções desastrosas. Ela perdeu a sua cobertura original, feita em chapa de ferro curvo e arremates floreados, importados da Europa no início do século XX. Alguns de seus elementos resistiram bravamente, a exemplo das mãos-francesas de ferro retorcido, desenhado em volutas; também ainda são originais alguns adornos de portas e uma admirável estrutura sustentada por pilares de trilhos que se encaixam e se curvam a guisa de mão-francesa. A sua romântica plataforma ainda conserva a lateral em pedra original, com cerca de meio metro de largura, compondo um belo arremate, originalmente em junta-seca (hoje rejuntado com cimento).

É um importante monumento de valor documental-histórico, tanto que é tombado em nível federal, pelo IPHAN. Atualmente não só a Estação de Chagas Dória, assim como também todo o acervo da antiga EFOM está sendo explorado para fins turísticos pela Ferrovia Centro Atlântica (FCA). A Estação de Chagas Dória e seu entorno estão sendo transformados em lixeira pública, motel a céu-aberto, local de encontro de consumidores de drogas, pouso de mendigos, além de invadido pelo mato.

Há alguns anos a ASMAT (Associação dos Moradores e Amigos do Grande Matosinhos) encomendou para a arquiteta Zuleica Teixeira Lombardi um projeto de restauração da Estação e reurbanização de seu entorno. O projeto foi doado para a Associação, mas, por falta de interesse público, por injunções políticas negativas e por falta de patrocinador, infelizmente não foi implantado. Assim, se teme que aquele patrimônio, a exemplo do que vem acontecendo com todo o Acervo Ferroviário de São João del-Rei, fique relegado ao abandono e se deteriore cada vez mais.

É uma pena que o Bairro de Matosinhos não possua mais o histórico Pavilhão (construído em 1913, em estilo mourisco, e demolido a dinamite, em 1938) e nem a bela e primitiva Igreja do Bom Jesus (construída a partir de 1770), patrimônio tombado nacionalmente[2] e que mesmo assim foi criminosamente demolido nos idos de 1970, através da articulação do afoito padre Jacinto Lovato e com a conivência do então bispo Delfim Ribeiro Guedes.

Restaram, para a memória do Bairro, dois decadentes monumentos: a Estação Ferroviária de Chagas Dória e o conjunto do Chafariz e Estátua da deusa Ceres. Se não cuidarmos deles, as futuras gerações os terão apenas como “retratos drummondianos”[3]nas paredes... Até quando?

Aspecto original da Estação Ferroviária de Chagas Dória (Arquivo: J.A. Ávila)

[1] Sócio efetivo, presidente do IHG de São João del-Rei por vários mandatos. É o titular da cadeira número 11, cujo patrono é Batista Caetano de Almeida.

[2] Tombamento efetivado pelo Processo nº 68-38/SPHAN, inscrito no Livro do Tombo de Belas Artes, Vol. 1, fls.2, em 04 de março de 1938.

[3] “Itabira é apenas uma fotografia na parede. Mas como dói!” – assim se referiu à cidade natal o poeta Carlos Drummond de Andrade, em seu poema “Confidência do Itabirano”.


Artigo enviado por José Antônio de Ávila Sacramento em 15/04 por e-mail. Obrigado por sua colaboração.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Projeto Brasil nota 10 - A História do Brasil contada em miniaturas

O turismo em Passa Quatro/MG possui mais um atrativo: o espaço temático Projeto Brasil nota 10. Aberto ao público, na antiga "casa do engenheiro da RFFSA", este projeto resgata páginas da História do Brasil através da exposição de maquetes baseadas em minisséries, tais como: "A Revolução e o Túnel - JK"; "Saga e Lenda dos Pampas - A Casa das Sete Mulheres"; "Ferrovia Madeira-Mamoré - Mad Maria"; dentre outras.
Inspirada na minissérie JK, a foto acima retrata a revolução de 1932, entre os estados de Minas Gerais e São Paulo. A maquete detalha com perfeição a antiga estação ferroviária de Coronel Fulgêncio, próxima ao túnel de quase 1km na divisa entre os estados.
Este cenário mostra cenas da minissérie Mad Maria, que fala sobre a construção da Estrada de Ferro Madeira Mamoré, construída entre 1907 e 1912 para ligar Porto Velho a Guajará-Mirim, no atual estado de Rondônia.
O projeto é iniciativa do Instituto Real de Profissionalização para o Trabalho

Diretor Responsável: Professor Carlos Edil F. Fortes

Endereço: Rua Sabóia Lima, s/n - Centro - Passa Quatro/MG

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Trem turístico Passa Quatro ao Túnel


Este também é um passeio imperdível! O trecho de mais ou menos 10km leva o turista de Passa Quatro/MG até próximo ao túnel da Serra da Mantiqueira, na estação de Coronel Fulgêncio. Este túnel fica na divisa dos estados de Minas Gerais e São Paulo, e foi palco de uma difícil batalha entre os dois estados na Revolução de 1932. Ele tem quase 1 quilômetro de comprimento.

Passeios aos sábados: 10h e 14h30 / domingos: 10h / feriados: sob consulta

Mais informações: (35)3371-2167

Trem turístico São Lourenço a Soledade de Minas


Este é um folder com informações sobre o "Trem das Águas" que faz o passeio entre as cidades de São Lourenço e Soledade de Minas. O percurso é de apenas 9km mas suficiente para transportar os passageiros para o passado, nos tempos áureos da Maria Fumaça. Durante o trajeto os turistas podem se deliciar, além da paisagem maravilhosa margeando o Rio Verde, com shows ao vivo de violeiros que seguem entoando músicas típicas daquela época.

Passeios: sábado: 10h e 14h30 / domingo: 10h / feriados: sob consulta
Duração: 2 horas

Mais informações (35)3332-3011 - www.tremdasaguas.com.br

O trem turístico é de responsabilidade da ABPF - Associação Brasileira de Preservação Ferroviária - Regional Sul de Minas

Patrimônio ferroviário conservado. Que beleza!

Estação Ferroviária de São Sebastião do Rio Verde no Km 59,915 da linha da antiga Minas e Rio que ligava Cruzeiro/SP a Juréia/MG. A estação fica a 875m de altitude, distante 3Km de Pouso Alto/MG. Foi com muita satisfação que visitamos a estação no dia 08/04, e a encontramos assim, pintada, numa praça bem conservada, com luminárias bonitas e com um pequeno lago a sua frente, que podemos transpor através de uma réplica de ponte ferroviária, como mostra a foto abaixo. Preservação da história e da memória ferroviária, este é o caminho. Parabéns aos responsáveis por este trabalho.



HISTÓRIA PELOS TRILHOS DA CENTRO-OESTE (Jornal Hoje em Dia)

Elemara Duarte - Repórter
"Para as gerações pós 1960, acostumadas com o transporte feito essencialmente sobre o asfalto, é difícil imaginar que, durante mais de um século, o crescimento do Brasil, e também de Minas Gerais, era feito essencialmente pelos trilhos. Parte dessa história tem na Viação Férra Centro-Oeste um dos seus capítulos mais expressivos. Os vagões transportavam produtos agrícolas para Goiás, bois e suínos para o Rio de Janeiro, café para o Porto de Santos e até água mineral vinda do Sul de Minas. Ainda sobre os trilhos, era possível ir para a Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo e até para o Planalto Central, para visitar Brasília. "Cerca de 90% das ferrovias de Minas Gerais eram integrantes da Centro-Oeste", destaca o engenheiro civil ferroviário Ricardo Resende Coimbra, que lançou o livro "Uma Viagem pelos Trilhos da Centro-Oeste: 120 anos de história".
Coimbra, que trabalhou na Rede Ferroviária Federal (RFFSA), passou três anos pesquisando sobre o tema. De acordo com o engenheiro ferroviário, a formação da Centro-Oeste ocorreu após a fusão de diversas estradas de ferro. "Reuni a história das ferrovias que originaram a Superintendência Regional de Belo Horizonte, especialmente as ferrovias que compuseram a 5ª Divisão Operacional Centro-Oeste, em 1969. Nesse trabalho, descobri histórias que estavam perdidas", diz.
A Viação Férrea Centro-Oeste passou a usar esse nome em 1965 e somava domínios da Rede Mineira de Viação (RMV), com um trecho conhecido como Bahia-Minas, e a Estrada de Ferro Goiás. Nos últimos anos de atuação desta ferrovia, relata Coimbra, ela foi integrada com parte da Estrada de Ferro Central do Brasil, formando a RFFSA, que tinha a Superintendência de Belo Horizonte.
Parte dessa história começou em 1872, quando foi criada a Estrada de Ferro Oeste de Minas (EFOM) pela Lei 1.914. "Depois dessa lei, um dos primeiros pontos a entrar em funcionamento nessa estrada foi em São João del Rei, em 1881", aponta Coimbra no livro. Na ocasião, a disputada inauguração do empreendimento, na Região do Campo das Vertentes, contou com as presenças reais de Dom Pedro II e da Imperatriz Tereza Cristina, além de vários ministros.
Na época, a importância do investimento em linha férrea foi apontada em um dos jornais locais, denominado o "Arauto de Minas", que descreveu o "dia feliz" de sua inauguração, com gramática usada na época. "Inaugurando-se a importante ferrovia, que liga S;João d'El-Rei ao centro da civilização nos coloca à vanguarda dos povos adiantados, trabalhando na longa estrada do progresso".
O autor informa que nos vagões da EFOM eram transportados cereais, cal, toucinho e, para não fugir da indispensável demanda mineira, ate queijos.
Linhas às margens do Rio das Mortes
Mesmo com o entusiasmo inicial, Coimbra relata que durante o primeiro ano de tráfego, o trecho que passava por São João del Rei teve prejuízos financeiros em virtude de fortes chuvas. Por serem construídas às margens do Rio das Mortes, essas linhas foram atingidas pelas enchentes.
Segundo o autor do livro, em 1799 os bandeirantes se instalaram onde existia ouro em Minas Gerais. Nessa mesma época, foram marcados trechos para o tráfego, sendo que, na maior parte das vezes, essas área margeavam rios. "E foi acompanhando os rios que as ferrovias nasceram", diz.
O costume de construir linhas férreas ao longo do curso dos rios ainda provocava prejuízos para o transporte ferroviário no início do século passado. De acordo com Coimbra, em 1906 há registros de enchentes invadindo linhas, como é o caso do Rio das Mortes, em São João del Rei, ao lado do qual seguia uma estrada de ferro por 222 quilômetros, desses 163 ficaram submersos. Na publicação, Coimbra informa que em alguns pontos as enchentes chegaram a quatro metros acima dos trilhos.
Com os anos, a estação de São João del Rei, que já nasceu com importância, começou a ter atuação cada vez mais expressiva dentro dos domínios da Centro Oeste. O movimento na região estava ligado à exportação e importação de produtos. Para dar suporte a essa demanda, foram construídos galpões para depósitos, ferraria, oficinas e a curiosa "rotunda", que existe até hoje e está aberta à visitação. Ela é um tipo de oficina em formato circular destinada à manutenção de locomotivas e vagões.
Em São João del Rei, parte do patrimônio, incluindo a rotunda, foi mantida. Hoje, a região possui o trem turístico que liga esta cidade a Tiradentes, em um percurso aproximado de 12 quilômetros. Em Ribeirão Vermelho, no sul de Minas, ao contrário, há uma rotunda que é considerada a maior da América Latina, mas que hoje está em ruínas.
Segundo informações do vice-prefeito de Ribeirão Vermelho, Tadeu Cantão, o município está realizando esforços junto ao Instituto Estadual do Patrimônio Histórico e Artístico de Minas Gerais (Iepha) e empresas para a reforma do local, mas as obras ainda não têm previsão para começar. "O município, sozinho, não tem condições de arcar com essa obra", diz.
Prédios em ruínas em cidades de MG
"O prédio ainda está de pé, mas sofreu com muitas enchentes e boa parte da cobertura de telhas francesas está comprometida", descreve Eliane Batagini, que colaborou com as pesquisas do livro. Eliane trabalhou na RFFSA como analista de recursos humanos e, assim como o autor, com quem é casada, também conheceu a história da Centro Oeste. "A gente não tem veias. Tem trilhos pelo corpo. É uma paixão muito grande pelo tema, e o livro traz essa história para a atualidade", diz Eliane.
Ela conta que percorreu cidades, juntamente com o marido, e, nessas viagens, se deparou com ruínas de outras belas estações e prédios usados nas atividades das ferrovias. "Chegamos a chorar diante dessas situações. Aqui em Lavras, por exemplo, onde moramos, o estado da estação é degradante", lamenta.
"Daqui de Lavras, com os trens, era possível ir para a praia no Rio de Janeiro com apenas uma parada em Barra Mansa", conta Ricardo Coimbra. O autor explica que a ferrovia na cidade em que vive, no sul de Minas, surgiu em 1889, por meio de um decreto estabelecido para Ribeirão Vermelho e Lavras fossem ligadas pelas linhas. Em virtude da construção de vários novos trechos ligados à cidade, a estação local precisou ser ampliada.
Em 1931 foi criada a Rede Mineira de Viação (RMV). Ela era a soma das estradas de ferro Oeste de Minas e Sul de Minas. Um prédio histórico de uma das estações ainda pode ser admirado em Belo Horizonte, na Rua Sapucaí, próximo à Estação Central do metrô. "A rede transportava pessoas e todo tipo de mercadoria. Café, sal, bovinos, suínos vivos para várias regiões", informa Coimbra.
Boiadeiros em comitiva sobre os trilhos
O ferroviário aposentado Roberto Sbampato Pereira trabalhou na RMV e se aposentou pela RFFSA. Hoje, ele é estudioso sobre o tema das ferrovias, e também lembra da época do auge ferroviário. "Aqui (em BH) na Estação do Horto Florestal, havia um desvio para fazer baldeação do gado que ia para o Rio de Janeiro. Os animais vinham de Montes Claros, no norte de Minas", conta.
Para cuidar dos animais na comitiva sobre os trilhos, seguiam boiadeiros, que nas estações, davam água e milho para o gado. "Eles faziam uma cama no carro da calda (último vagão) para dormir durante a viagem", descreve.
Uma das incorporações da Centro Oeste foi a Estrada de Ferro Goiás. Esse trecho foi levado até o Estado, inicialmente em 1907, sob a motivação do transporte de produtos agrícolas, como cereais, milho e açúcar. A última expansão da ferrovia nesta direção foi para Brasília, em 1960. "Os trilhos precisavam chegar na nova capital, mas isso aconteceu apenas em 1968, quando atingiu a Estação Bernardo Saião, que é próxima à capital", observa.
A ferrovia só chegou mesmo em Brasília em 1981, pelo Terminal Rodoferroviário, que recebia ônibus e trens. "Essa estrada nascia em Formiga, na região Centro-Oeste de Minas, e ia até Araguari, no Triângulo, o que dava uma distância de cerca de 400 quilômetros. Mesmo em território mineiro, ela pertencia à Estrada de Ferro Goiás. O trecho foi encampado pela Ferrovia Oeste de Minas por ordem do Governo Federal", lembra Sbampato.
Uma das passagens mais curiosas registradas pelo livro do engenheiro ferroviário vem dos anos 1960. Conforme relata, para a inauguração de Brasília foram encomendados carregamentos de água mineral de São Lourenço, que seguiram até a capital federal pelos trens.
Tanto Coimbra, quanto Eliane admitem que os tempos da economia essencialmente sobre os trilhos em alguma cidades já passou, mas eles apontam uma tendência, que tem sido muito bem aceita: passeios turísticos de trem. "Eles estão pipocando por todo o país. Aqui, por exemplo, temos o circuito turístico de Furnas e da Estrada Real. Essa questão econômica não está tão esgotada assim", avalia Eliane Batagini."

Reportagem no jornal Hoje em Dia - 04/04/2010


Ficamos muito felizes com a matéria da repórter ELEMARA DUARTE sobre o livro Uma Viagem pelos Trilhos da Centro Oeste.
O primeiro contato da repórter com o Ricardo foi na AENCO (Associação dos Engenheiros da Centro Oeste) em Belo Horizonte quando ela foi entrevistá-lo. Depois, através de contatos telefônicos, eles fecharam a matéria, que ficou muito legal.
E o melhor de tudo, já tivemos alguns retornos de pessoas interessadas no livro, após lerem a matéria. No próximo post a matéria na íntegra para conhecimento de todos.